Erupções de conhecimentos (Geografia)







A criação de um vulcão que entra em erupção foi um projeto realizado com os alunos da 5ª série, juntamente com a professora Angela Cerveira, na disciplina de Geografia. Essa experiência foi realizada pelo motivo de se imaginar que a superfície da Terra é sólida e estável. No entanto, ela se move continuamente à medida que as placas que sustentam, os continentes chocam-se umas contra as outras. Além de originar terremotos, esses movimentos podem provocar erupções vulcânicas, quando fluem para a superfície os gases e o magma do interior da Terra.

Portanto, este projeto aproximou os alunos aos fenômenos naturais da Terra, por meio de uma simulação prática.

Objetivos da aula:

Identificar os fenômenos internos da Terra:

· Placas Tectônicas

· Terremotos

· Vulcanismo

Depoimento:

“Hoje na aula de geografia, fizemos um vulcão para aprender mais um pouco sobre esse assunto. Utilizamos corante, bicabornato, vinagre, detergente e argila para fazer a estrutura. Foi muito divertido, ficamos todos sujos. Espero fazer de novo.”

Teodora Foss


Autorretrato

Lemos um trecho do livro eu@teamo.com.br, em que apresenta todos os e-mails trocados entre Letícia Witkowsky e Marcelo Pires, desde quando se conheceram até quando casaram. No trecho estudado, Letícia perguntou as características de Marcelo, o qual respondeu, em um primeiro momento, de forma irônica, mas depois passou a falar como era de verdade.

Os alunos da 6ª série foram desafiados a fazer o mesmo. Abaixo, segue o texto do Pedro Henrique Kayser, escolhido por unanimidade pela turma.


Dizem que sou assim...

Garoto legal, tenho muitos amigos. Sou lindo, em plena forma, uau, sou um gatão! Sou o rei do beco sem saída. Eu sou o cara, todo se gabol, aquele pegador.

Tu tá ligado aquele cara nerd? Pois é, sou eu. O aluno nota 10, as professoras me amam. Nunca converso, sou quieto, dedicado que dá dó.

Meu maior inimigo é o Enzo, um cara chato, arrogante, tonto e vadio. O maior animal brutamontes da sala é o Mendes, bombado pra caramba, adora espancar o Pepê, garoto miudinho, acoado, 1,20cm.

Caindo na real...

Garoto, 1 metro e “lavaipedrada”. Burro pra burro. Sou loiro, olho verde e estou em forma (de barril, mas, cá entre nós, não é muito bom sair falando...).

Eu tenho um melhor amigo chamado Enzo, enteado do Gateado, sacou? Se não sacou, problema é teu, porque eu não vou repetir. Meu outro melhor amigo é o Mendes (argentino ensaboado), aquele cara é pele e osso, mas com a convivência ele engorda. Por último, mas não menos importante, Pepê: forte, feio, louco e brincalhão.

Sou o terror dos professores. Exemplo: o de matemática quer minha cabeça fora do corpo, fincada numa lança. É triste, porém é a realidade. Sou bem burro, sempre achei que til fosse acento, até descobrir que não.

Sou espancado diariamente por duas feras sem coração: Lara e Carol. Que vida sofrida! Buá buá buá.

Beijo do Gordo.

PARÓDIA

Música original: Inventor dos Amores (Jorge e Mateus)

Inventor das provas

Eu já não sei mais o que faço com meus professores

Estou pensando em enganar sentindo muitas dores

Mas sempre vem alguém com um chazinho especial

E quanto mais tento fugir eu me enrolo mais

Não tem mais jeito, estão chegando as terríveis trimestrais

Estou sentindo que agora vou sofrer

E seu eu não estudar, claro que vou rodar

Vou mandar um SOS é a solução

Se liga, estudante!, vem cuidar de mim

Eu preciso urgentemente de uma solução

A professora Rosália é muito legal

Inventou até um blog para o pessoal

Tem até fotos da galera no maior astral


Autora: Maria Carolina

Produção textual

Na disciplina de Língua Portuguesa, os alunos tiveram o desafio de criar um texto em que aparecesse a frase “só que eu não gosto de doce de figo”. A produção escolhida foi a da Caliandra. Vamos ler!

Além da realidade

Várias histórias falam sobre a realidade. Esta que eu vou contar é além dela.

Eu não sabia onde estava e nem sabia se estava em algum lugar. A cada passo que eu dava, percebia que estava cada vez mais próxima do fim. O lugar em que eu estava era todo branco e muito frustrante. Lá havia pessoas, mas todas não eram comuns, apenas eu. Elas eram intocáveis, como fantasmas. Logo após de chegar ao fim, percebi que outro lugar tinha se aberto, só que dessa vez o lugar não era branco, era preto, e eu não enxergava nada.

Parecia que eu estava dentro de minha mente e comecei a ouvir uma voz, sussurrando bem baixinho em meu ouvido. A voz era tão baixa que não ouvi direito o que estava me falando. A voz era doce e muito calma, até que cada vez mais ela foi aumentando e falou para mim bem alto e claro que era pra eu acordar. Mas eu estava acordada, mas não em minha casa, até que resolvi correr e caí num enorme buraco lilás. A mesma voz falou comigo, dizendo “acorde”, e quando vi estava em casa, deitada em minha cama, ao lado de minha mãe, e vi que ela estava com um doce de figo na mão, preparado por minha avó.

Eu nunca tinha provado figo e, se provasse, saberia que eu não ia gostar. Minha mãe me forçou, só que, antes de comer o doce, disse assim:

-Só que eu não gosto de doce de figo!!!

E, quando provei, adorei o doce e comi no resto de minha vida. O que tinha acontecido comigo naquele lugar era tudo um sonho, tudo além da realidade.

Trabalho de matemática sobre geometria

Trabalho escolhido: Amanda

História em quadrinho campeã!


Criada por Laiza e Camila